11,5 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estimam SPC Brasil e CNDL

Principal motivo para 52% é a espera por promoções para economizar.

SPC BRASIL

Como acontece em todo ano, muitos consumidores brasileiros devem deixar as compras de Natal para a última hora. Através de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país estima-se que 11,5 milhões de pessoas irão comprar os presentes apenas uma semana antes do Natal, o que corresponde a 9% de consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

A pesquisa mostra que a maioria (41%) tinha a intenção de comprar os presentes na primeira quinzena de dezembro e 24% durante novembro. Já entre os que vão comprar uma semana antes do Natal, a principal justificativa para 52% é que preferem esse período para ver se conseguem alguma promoção boa e, dessa forma, conseguir economizar. Já 15% afirmam que só recebem o pagamento perto do Natal e 10% devido à falta de tempo. Outros 9% estão esperando a parcela do 13º salário.

“Deixar as compras natalinas para a última hora nem sempre é uma escolha acertada para quem pretende economizar, principalmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, fica mais exposto à gastos maiores, que podem comprometer o orçamento”, explica.

A economista aconselha: “O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes por impulso”.

SPC Brasil lança ferramenta para comerciantes localizarem clientes e atualizar informações cadastrais

Vendas, cobranças, ações de marketing e relacionamento duradouro com consumidores dependem diretamente de um bom banco de dados. SPC Brasil lança ferramenta que auxilia empresários a encontrar clientes

SPC Brasil

Manter os dados cadastrais de seus clientes sempre atualizados é um requisito básico para todo comerciante ou empresário do ramo de serviços que deseja alcançar o sucesso no planejamento de vendas, campanhas de recuperação de crédito e em ações de marketing. Tendo informações corretas e precisas, o empresário consegue oferecer produtos mais adequados para cada consumidor, reduzindo o risco de um investimento mal direcionado.

Pensando nessa necessidade, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) acaba de lançar no mercado o ‘SPC Encontra’, uma ferramenta que proporciona ao empresário escolher os CPFs ou CNPJs para os quais ele pretende atualizar os dados de cadastro. Dessa forma, toda vez que algum outro empresário associado ao sistema CNDL consultar o documento escolhido, a ferramenta exibirá um alerta solicitando que a atualização cadastral seja feita. “A grande vantagem desse novo serviço é que ele trabalha em rede, proporcionando ao empresário obter informações de forma ágil, confiável e sempre atualizada”, explica o superintendente de produtos do SPC Brasil, Nival Martins.

Informações atualizadas ajudam a vendar, prospectar e cobrar dívidas

A partir de dados simples como endereço, telefone, e-mail, entre outras informações, é possível identificar o perfil do público-alvo, o que permite a empresa adequar o seu plano de marketing com promoções, disparo de e-mail marketing ou uma venda por mala direta, por exemplo. Outras vantagens é poder fazer cobranças e campanhas de recuperação de crédito com mais assertividade. O monitoramento das informações cadastrais, como endereço e telefone, é uma ação útil para os comerciantes, principalmente os que vendem a prazo, já que essas informações podem se alterar com o tempo.

“É com o auxílio desse banco de dados que o empresário vai direcionar suas ações. Um mailing defasado ou com dados desatualizados podem causar retrabalhos e desperdiçar recursos financeiros. Conhecer o próprio cliente é antes de tudo uma vantagem competitiva. A concorrência crescente e o uso intensivo de ferramentas de tecnologia despertaram nas empresas a necessidade de se aprofundarem no estudo de cada cliente”, alerta Magno Lima.

Comércio de Feira de Santana deve gerar 1800 empregos temporários neste mês

 

Milena Brandão - ACORDA CIDADE

Em comparação ao ano anterior, a expectativa é aumentar entre 8% a 10% nas vendas.

Fim de ano chegou e, assim como as expectativas de vendas, as de contratação também crescem. De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio de Feira de Santana (sindicato patronal), José Carlos Moraes Lima, o comércio da cidade deve gerar 1.800 empregos temporários neste mês de dezembro.

O comércio varejista é o segmento que mais tem promovido contratações, segundo José Carlos. “Lojas de mercadorias diversas, como roupas, sapatos e pequenos presentes são as que mais vendem nessa época. As empresas superlotadas de mercadorias tendem a contratar mais funcionários para trabalhar”, afirma.

Em comparação ao ano anterior, a expectativa é que haja aumento entre 8% a 10% nas vendas. “Os preços baixaram. Se fizermos uma comparação em reais, muita mercadoria baixou de preço. Então, se chegarmos a esse percentual, será uma vitória muito grande”, explica.

Confiança do Consumidor estabiliza e atinge 41,9 pontos em novembro, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

80% dos brasileiros ainda avaliam negativamente as condições da economia. Custo de vida alto é o que mais pesa na vida financeira

O nível de confiança do consumidor brasileiro com a economia e suas próprias condições financeiras ficou praticamente estável na comparação entre outubro e novembro de 2017, passando de 42,1 pontos para 41,9 pontos. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Resultados abaixo de 50 pontos mostram que a maior parte dos consumidores segue pessimista com a economia e com a vida financeira.

“Para os próximos meses, espera-se que o processo de recuperação da economia produza efeitos mais perceptíveis para o consumidor, melhorando sua avaliação do momento atual e, consequentemente, a confiança”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “A mais aguardada mudança é a redução do desemprego, que já registrou queda nos últimos meses, mas ainda permanece elevado, atingindo número próximo dos 13 milhões.”

O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que marcou 53,0 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,7 pontos em novembro.

Desemprego é a principal explicação entre quem avalia a economia como ruim

De acordo com o levantamento, 80% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 17%, o desempenho é regular e para apenas 2% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 42% dos entrevistados. Mesmo com a inflação em queda, a alta de preços de produtos e serviços é causa principal da percepção negativa da economia para 30% dos consumidores, enquanto 11% citam os altos juros.

Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, 40% dos brasileiros consideram a atual situação como ruim ou péssima. Outros 46% consideram regular e um percentual menor, de apenas 12%, avalia como boa.
O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 37% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (29%), a queda da renda familiar (20%) e o fato de terem lidado com algum imprevisto que desorganizou as finanças (6%). Já o percentual de consumidores que veem a sua vida financeira como boa é de 12% e, dentre estes, para 45% as coisas vão bem por causa do controle que fazem do seu orçamento.

“O dado revela a importância de colocar a organização financeira como prioridade, sobretudo em um momento de crise como o que vivemos atualmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Muitos consumidores negligenciam a prática do controle orçamentário e evitam confrontar, na ponta do lápis, o valor dos seus ganhos e dos seus gastos. Isso pode estar na raiz do endividamento, da inadimplência, além de constituir, no longo prazo, um impedimento à realização de sonhos”, diz.

Apenas 10% dos consumidores estão pessimistas com própria vida financeira
A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil para os próximos seis meses e descobriu que 35% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe à vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para apenas 10%. Os otimistas com a economia são apenas 17% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados.

Para justificar a percepção majoritariamente pessimista com os próximos seis meses da economia, os recentes escândalos políticos surgem com força: 30% citam a corrupção com dinheiro público como a principal razão de seu desalento, seguido pelas discordâncias com as medidas econômicas (19%) e o desemprego (17%).
Tanto entre os otimistas com a economia do pais quanto com a própria vida financeira não sabe explicar ao certo a razão desse sentimento: apenas dizem esperar que coisas boas devem acontecer. Para a economia esse percentual é de 42%, ao passo que para a vida financeira é de 34%.

Ainda com relação ao otimismo com a economia, 12% disseram que já notaram que a pior fase da crise ficou para trás e outros 12% acreditam que as pessoas estão mais otimistas que há alguns meses, razões explicam as boas perspectivas com a economia brasileira. Do lado da vida financeira, 27% veem chances de conseguir um emprego ou uma promoção na carreira, 11% acreditam na melhora da economia e 9% acreditam que fazem uma boa estão de seus recursos, fatos que explicam o comportamento mais esperançosos desses brasileiros.


Custo de vida alto é o que mais pesa na vida financeira

Ainda que os dados de inflação tenham mostrado, de forma recorrente, índices baixos, para 48,0% dos consumidores, o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o alto custo de vida. Também pesa sobre o orçamento das famílias o desemprego, citado por 18% dos entrevistados e o endividamento, mencionado por 12%. Além desses, 11% citam a queda dos rendimentos mensais.

Se o custo de vida prejudica o orçamento familiar, a energia elétrica é o item das despesas da casa mais citado quando se fala em aumento dos preços: 81% notaram que os preços desse item aumentaram. Para 75%, houve aumento de preços nos supermercados e para 71%, houve aumento do preço dos combustíveis. Além de se preocupar com o custo de vida, o indicador do SPC Brasil mostra que, dentre os entrevistados que exercem alguma atividade remunerada (62%), 42% não têm receio de serem demitidos. Para 23% o risco é médio e para 27% baixo.

Ambulantes fecham avenida por mais de 7 horas, trânsito congestiona e lojistas reclamam de prejuízos

Os manifestantes decidiram que realizarão outro protesto em frente à Câmara de Vereadores nesta terça-feira (12).

Andrea Trindade - ACORDA CIDADE

manifestação dos vendedores ambulantes nesta segunda-feira (11), na Avenida Senhor dos Passos, em Feira de Santana, terminou por volta das 16h45. Os manifestantes decidiram que realizarão outro protesto em frente à Câmara de Vereadores nesta terça-feira (12).

Eles bloquearam a avenida por volta das 9h30, em protesto às ações de fiscalização da prefeitura, que culminou na apreensão, segundo os ambulantes, de 20 carrinhos de mão e um vendedor baleado.

O bloqueio da avenida provocou congestionamento em diversas ruas do centro da cidade e prejudicou as vendas em lojas da Senhor dos Passos.

O Acorda Cidade flagrou algumas comerciantes guardando algumas mercadorias para fechar as lojas por volta das 16h. A previsão seria fechar às 20h, uma vez que o horário de funcionamento das lojas foi estendido em virtude das compras de Natal. Todas elas reclamaram da falta de clientes em seus estabelecimentos por conta da manifestação.

“Sou comerciante há mais de 30 anos aqui na Senhor dos Passos e esta manifestação prejudicou bastante, porque começou às 9h30 e se estendeu pela tarde, em pleno dezembro, em plena segunda-feira, momento em que o comércio está a todo vapor em vendas. Paralisou todo o centro da cidade, atrapalhou o movimento. Nós pagamos tributos fiscais e quem vai resolver a nossa situação?”, questionou a comerciante Kérsia.

“Estamos aqui guardando a mercadoria, cheia de peças bonitas, porque não tem ninguém. Recebemos muitos clientes de fora, vendemos no varejo e atacado e hoje fomos prejudicados”, reclamou a comerciante Daniela Gonçalves.

“É complicado porque ficamos aguardando os clientes e com esta situação a rua fica parada. Segunda-feira é o dia que chegam muitas pessoas de outras cidades do interior. E estamos guardando a mercadoria porque esperamos os clientes e não apareceram”, lamentou a comerciante do ramo de confecções, Patrícia Carvalho.

“Amanhã a gente volta”

A vendedora ambulante Rosilda da Silva disse que foi à Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev), por volta das 12h10 e conversou com o secretário Pablo Roberto. Ela disse que mesmo com a proibição os vendedores continuarão comercializando suas mercadorias na Praça do Lambe-lambe, na Senhor dos Passos.

“Vamos para a câmara e vamos fechar tudo lá, porque o que o rapa fez foi um roubo. Foram 20 carrinhos de mão apreendidos, às 10 horas da noite de sexta-feira (8). Vamos fazer uma vaquinha para pagar a cirurgia de Davi [que foi baleado na fiscalização], já estamos arrecadando o dinheiro e amanhã queremos uma solução para os carrinhos de mão. Eu fui conversar com Pablo Roberto e ele me falou que iria buscar uma solução, porém disseram que não iriam devolver os carrinhos porque a gente tinha fechado a via e eles falaram que se a gente voltar amanhã, que todos os carrinhos serão apreendidos de noite de novo. Então, amanhã a gente volta e nem que a gente durma na feira, mas a gente vai para a frente da câmara amanhã antes de abrir”, disse a vendedora ambulante ao Acorda Cidade.

“Queremos permanecer aqui e a prefeitura não deixa, mas a gente vai continuar mesmo sem a permissão deles”, continuou.

 

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