SPC Brasil

A aprovação do texto-base do projeto da reforma trabalhista, na noite desta terça-feira (11), no Plenário do Senado Federal, foi recebida com o sentimento de vitória e de dever cumprido pelas principais entidades que representam o segmento do varejo. O placar de 50 votos favoráveis à 26 contrários mostra que o Brasil deseja avançar no processo de atualização das leis, que por terem sido criadas na década de 40, já não mais se adequam ao mercado de trabalho moderno.

A nova legislação que entrará em vigor 120 dias após sanção presidencial, que acontecerá nesta quinta-feira (13/07), valoriza os acordos coletivos, possibilita a readequação de jornadas de trabalho, além de reduzir a burocracia dos contratos com prevalência dos acordos. O desejo da UNECS é que o presidente Michel Temer sancione sem vetos que prejudiquem o setor, especificamente no que diz respeito ao trabalho intermitente.

Essa conquista da sociedade brasileira que tem o potencial de gerar novos empregos e impulsionar a economia nacional é comemorada pelo setor de comércio e serviços, que representa 68% do PIB nacional e 73% dos empregos diretos. Somente as sete instituições representativas que compõem a União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS) respondem por 21% das vagas formais do país e detém o faturamento de R$ 1 trilhão.

O empenho da UNECS como interlocutora com o Congresso Nacional para a aprovação da modernização trabalhista contou com a importante atuação da Frente Parlamentar Mista do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (Frente CSE), que levou para as duas Casas Legislativas amplas e diversas discussões sobre o tema.

Recente reunião dos dirigentes da UNECS com o presidente do Senado Eunício Oliveira, já havia sinalizado o entendimento da maioria dos parlamentares sobre a importância da reforma no país. Na ocasião, o presidente do Senado se comprometeu com o pleito do setor.

Para a entidade, o Brasil dá um passo gigantesco no sentido de criar um ambiente de negócios favorável ao crescimento e que estimule a geração de novos empregos.

SPC Brasil

O nível de confiança do consumidor brasileiro com a economia e com as próprias condições financeiras recuou de 41,5 pontos em maio para 39,4 pontos no último mês de junho, o que representa uma queda de 5% na passagem de um mês para o outro. Trata-se do patamar mais baixo do indicador desde janeiro deste ano, início da série histórica. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a combinação do risco de novas instabilidades políticas e a atividade econômica ainda fraca, mesmo com inflação em queda e juros menores, contribuíram para o resultado do último mês. “O processo de recuperação da confiança dos consumidores poderá ser lento e irregular, variando ao sabor do clima político”, analisa Pinheiro.

O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que passou de 53,9 para 51,1 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 27,8 pontos em junho ante 29,2 pontos em maio último. A escala dos indicadores varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os consumidores.

Oito em cada dez brasileiros acreditam que a economia está mal

De acordo com o levantamento, 82% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 17%, o desempenho é regular e para apenas 1% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação são os escândalos de corrupção e o mau uso dos recursos públicos, citados por mais da metade desses consumidores (51%). Em seguida, os entrevistados apontam sintomas da crise, como o desemprego (21%). Mesmo em queda, a inflação é causa principal da percepção negativa da economia para 15% dos consumidores.

Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do Brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. De acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssimo. Outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 9%, consideram o momento bom. Dentre os entrevistados que exercem alguma atividade remunerada, 39% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. Para 26%, o risco é baixo e 35% não temem ser dispensados pelos seus patrões.

O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 31% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (30%), as dívidas atrasadas (14%), a queda da renda familiar (11%) e a perda de controle financeiro (4%).

“O momento econômico difícil pelo qual o país atravessa influencia negativamente a vida financeira do brasileiro, obrigando que essas pessoas façam cortes no orçamento, consumam menos do que antes ou enfrentem dificuldades para honrar compromissos em dia”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

40% dos consumidores estão pessimistas com o desempenho da economia

A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e descobriu que 40% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe a vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 14%. Os otimistas com a economia são apenas 16% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados.

Para justificar a percepção predominantemente pessimista com os próximos seis meses da economia, mais uma vez a questão da desconfiança com a representação política aparece: mais da metade desses entrevistados (53%) cita a corrupção, a incompetência dos governantes e a falta de punição dos políticos como a principal razão de seu desalento. Para 14%, a razão do pessimismo é o contínuo aumento do desemprego. Há ainda 10% que alegam que novos fatos na política podem trazer desequilíbrios na economia.

Entre a parcela minoritária que manifesta otimismo com a economia, praticamente a metade (50%) não sabe explicar as razões: apenas diz esperar que coisas boas devem acontecer. Além desses, 12% nutrem esperança de que a as pessoas voltem a consumir e 11% que os preços já não crescem de forma tão rápida como antes, causando um efeito positivo no bolso dos brasileiros.

SPC Brasil

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estimam um total de 59,76 milhões de pessoas físicas negativadas no país, ao final de junho – um saldo de 1,5 milhões de nomes incluídos nas listas de negativação ao longo do primeiro semestre de 2017. O número reflete as dificuldades que o cenário de desemprego elevado impõe às famílias. O número representa 39,6% da população com idade entre 18 e 95 anos. Em junho do último ano, a estimativa apontava a marca de 59,1 milhões de inadimplentes.

Na variação anual do número de pessoas físicas inadimplentes, o indicador mostrou queda de 0,83% em junho na comparação com junho de 2016. Após crescer a taxas próximas a 5,0% entre o final de 2015 e início de 2016, o indicador teve sucessivos recuos ao longo do ano passado. Na passagem de maio para junho, a inadimplência no país mostrou queda de -0,64%. Já no acumulado do primeiro semestre, houve um aumento de 0,84% do número de devedores.

“A estimativa de devedores vem se mantendo próxima ao patamar dos 59 milhões desde o segundo trimestre do último ano. Isso acontece porque, se as dificuldades do cenário recessivo fazem crescer o número de devedores, a maior restrição do crédito e queda na propensão do consumo por parte das famílias, provocada pela própria crise, age na direção contrária, limitando o crescimento da inadimplência”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual, a estimativa deve permanecer ainda oscilando em torno dos 60 milhões de negativados ao longo dos próximos meses, sem mostrar um avanço expressivo”.

A estimativa por faixa etária indica que é entre 30 e 39 anos a maior frequência de negativados, uma vez que em junho metade dessa população (50,44%) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito – um total de 17,2 milhões de pessoas. Vale destacar ainda que uma quantidade significativa das pessoas entre 40 e 49 anos está inadimplente (47,79%), bem como entre os consumidores de 25 a 29 anos (46,58%).

25,8 milhões de inadimplentes na região Sudeste

De acordo com a estimativa, a região Sudeste é a região que concentra, em termos absolutos, o maior número de negativados, somando 25,8 milhões de consumidores, o que representa 39,45% da população adulta da região.
Em seguida aparecem o Nordeste, que conta com 15,7 milhões de negativados, ou 39,34% da população; o Sul, com 7,9 milhões de inadimplentes (35,31%); o Norte, com 5,4 milhões de devedores (45,98% – o maior percentual entre as regiões); e o Centro-Oeste, com um total de 5,0 milhões de inadimplentes (43,32% da população).

Número de dívidas caem 5,34% na comparação anual

O indicador do SPC Brasil e da CNDL também apresentou em junho uma variação negativa de -5,34% no volume de dívidas em nome de pessoas físicas na comparação com o mesmo mês de 2016.
Os dados de dívidas abertos por setor credor revelam que todos os segmentos mostraram retração anual do número de pendências em junho. No setor de comunicação foi onde houve o recuo mais acentuado: o número de pendências com o segmento caiu -13,13%. Em seguida, vem o Comércio (-4,46%), os Bancos (-2,57%) e os serviços básicos, como Água e Luz (-1,18%).
Em termos de participação, os bancos seguem como os maiores credores do total de dívidas em atraso no país, concentrando 48,54% do total. Aparecem, em seguida, o setor de comércio, com 20,42%, o setor de comunicação, 13,81% e os segmentos de água e luz, com 7,96% das pendências

Acorda Cidade

Foi realizado nesta quinta-feira (6) o sorteio de uma BMW da campanha ‘Sorte na Garagem’, realizada entre algumas lojas de Feira de Santana. A ganhadora, a administradora Fabiana Menezes de Figueiredo, afirmou que não acreditou quando recebeu a ligação informando que havia sido a grande sortuda.

“A ficha ainda não caiu, demora um pouco pra absorver, mas aos poucos começo a acreditar. Achei que era um trote, um golpe, mas lembrei que eu tinha participado do sorteio e eu acreditava que poderia ganhar. Coloquei cerca de cinco cupons”, afirmou, acrescentando que vai usar o carro, já que ainda não tem.

Marcelo Alexandrino, presidente da Associação Comercial, afirmou que Feira de Santana é um polo regional, que atrai muitas pessoas, e comemorou o resultado da promoção para o comércio de Feira. “Várias lojas se juntaram para a realização dessa promoção, que animou o comércio. É uma alegria entregar esse prêmio”, disse.

De acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Luiz Mercês, 16 lojas participaram da campanha. Ele informou ainda que o valor do prêmio é de, em média, 180 mil reais. “Feira está de parabéns com essa promoção, através da união de algumas empresas, que entregam esse belíssimo prêmio”, afirmou.

Acorda Cidade

Com a mudança de tempo, vendedores ambulantes de Feira de Santana estão vendendo em média 50 guarda-chuvas por dia. Eles são de todos os tipos e cores e custam a partir de R$10.

O vendedor Gerlânio Vieira disse que o tempo frio é maravilhoso para a comercialização de sombrinhas e guarda-chuvas. Segundo ele, assim que chove na cidade, a procura pelo utensílio aumenta. O maior público são as mulheres e para ele, elas são mais cuidadosas, gostam de ir à rua sempre prevenidas para não 'passarem chuva'.

“Desde segunda-feira que o movimento aumentou. Começou a chover e o povo já compra. São produtos importados da China e temos sobrinhas a partir de R$10. Os guarda-chuvas custam R$12, R$15, a depender do modelo”, disse.

Zacarias Moreira, que também é vendedor ambulante, contou que não houve reajuste nos preços dos guarda-chuvas em relação ao ano passado. Ele comemorou o movimento e disse que o inverno é uma época boa pra ganhar dinheiro.

“Eu sempre fico aqui na Avenida Senhor dos Passos e quando chove o movimento surpreende. Eu tenho vendido mais guarda-chuva masculino do que a sombrinha feminina”, pontuou.

Os guarda-chuvas e sombrinhas estão colorindo as ruas de Feira de Santana, e são de cores variadas, principalmente os femininos e infantis. São estampados, de cores lisas, de bolinha, xadrez, floral e temáticos.

A população também está aproveitando o friozinho na cidade e está se esquentando com casacos, calçados e acessórios como botas, casacos, lenços e echarpes. Vale caprichar no visual e tirar as peças do armário.

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