Ganhador da campanha Sorte na Garagem recebeu a premiação nesta segunda-feira,5

 

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O ganhador da Land Rover 0km, o Sr. Joseval  Souza Cupertino, da cidade de Serrinha, estava na maior felicidade na tarde desta segunda-feira, 5, na praça da Matriz. “No dia que recebi a ligação fiquei tão impressionado e um pouco desacreditado que acabei passando o telefone para o meu filho. Estou muito feliz por ter sido sorteado e agradeço muito a Deus por esse presente”, relatou.

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A campanha teve início no dia 15 de setembro e foi encerrada no dia 31 de dezembro de 2017. Participaram da promoção, os consumidores que fizeram compras a partir de 150 reais nas seguintes lojas: Moda Mix, Cerqueira, Central Mix, Fama Móveis, Lucidata, Farmácia Brito, Mersan, Matiz, Rainha, Supermercado Dia, Motopel, IHEF, Unidos Importados, Rios e Marinho.

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De acordo com Luis Mercês, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a promoção teve um resultado muito positivo para os lojistas, que tiveram que aumentaram as vendas no período em que a campanha foi realizada. “Feira é uma cidade onde todos os municípios do interior se abastecem. Mais de 50% das nossas vendas são de municípios vizinhos. É um belíssimo prêmio que certamente mudará a vida do Joseval.”, afirmou.

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As altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras são o principal motivo para os empresários dos ramos do comércio e serviços não buscarem crédito para investir e desenvolver seus negócios. A constatação é de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários de todos os portes nas 27 capitais. De acordo com o levantamento, entre aqueles que nunca recorreram a empréstimos e financiamentos, quatro em cada dez (38%) atribuem a decisão ao fato de considerarem os juros elevados. A burocracia no processo de aprovação de um empréstimo foi citada por 12% dos entrevistados. Outro motivo é que 44% desses empresários conseguem manter a operação da empresa com recursos próprios. No total, 58% dos varejistas nunca utilizaram, ou ao menos buscaram, crédito na forma de empréstimos ou financiamentos.

Levando em consideração os últimos 12 meses, apenas 9% dos comerciantes e empresários do ramo de serviços tomaram recursos emprestados de terceiros. Outros 5% tentaram fazê-lo, mas não conseguiram, sendo que 3% acabaram desistindo e 2% tiveram o crédito negado.

“Com a demanda do consumidor retraída e a atividade econômica estagnada no país, inclusive com piora dos índices de empregabilidade e de renda, o empresariado brasileiro tem se mostrado pouco interessado em aumentar investimentos em seus negócios. Embora a Selic se encontre em uma trajetória consistente de queda, os juros praticados pelas instituições financeiras seguem altos, o que infelizmente contribui para inibir a busca por crédito”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Pensando nas medidas que poderiam aproximar o empresariado do crédito, os entrevistados destacam, principalmente, a flexibilização da documentação exigida (49%), alteração na política de garantias (38%), diminuição de exigência de capital próprio (38%) e das exigências quanto ao plano de negócio (35%). De acordo com a pesquisa, 57% dos empresários do varejo acreditam que linhas de financiamento bancário estimulam os investimentos, aumentando a produtividade e competitividade da empresa. Atribuindo uma nota de um a 10 para a importância do crédito no crescimento e manutenção do negócio, em que 10 significa máxima importância, os entrevistados deram nota média 6,1, sendo que 47% deram nota acima de 7,0.

Banco público tem preferência de 28%; para 44%, provar a situação legal da empresa é o processo mais burocrático

A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL ainda revela que os principais processos e burocracias enfrentados por quem contratou crédito é atestar a situação legal da empresa, citada por 44% dos entrevistados. Outros empecilhos relatados são a necessidade de um avalista (23%), garantia de bens (20%) e a elaboração do plano de negócios (15%). Os bancos públicos são identificados pelos empresários como o melhor tipo de instituição financeira para se buscar crédito, citado por 28% dos entrevistados. Os bancos privados foram mencionados por 17%. Outros 55% são indiferentes. A preferência pelos bancos públicos é justificada, sobretudo, pela percepção de que eles praticam juros mais acessíveis (59%). Outros 14% citam a segurança e credibilidade dessas instituições. Ainda assim, a nota média para o sentimento de amparo do governo nas políticas de acesso ao crédito é de apenas 3,3 pontos. No total, 47% dos empresários consultados não conhecem nenhuma linha de financiamento. Entre os que conhecem, as mais citadas são as do BNDES (49%).

Levando em consideração os 28% de empresários que disseram ter enfrentado dificuldades no negócio devido à falta de crédito, 54% admitiram não ter conseguido comprar mercadorias e matérias-primas e 46% não puderam nem mesmo organizar o orçamento da empresa devido à escassez de recursos.

Bancos são os principais orientadores para 40% de quem tomou crédito; documentação exigida é entrave para 48%

A taxa de juros (33%) foi o principal fator para a escolha da instituição, apesar de 69% dos empresários nem mesmo se lembrarem da alíquota que foi cobrada pela instituição. Além disso, 36% não tomaram o cuidado de comparar as taxas de juros de diferentes instituições e 17% tampouco avaliaram Custo Total do Empréstimo. Entre aqueles que se lembraram do valor contratado, a média é de quase R$ 36 mil, sendo que 27% tomaram um valor inferior a R$ 20 mil. Para 54% desses entrevistados, o valor foi suficiente para cumprir os objetivos traçados, enquanto para 46% a quantia foi insuficiente. O prazo para o pagamento do empréstimo foi de 22 meses, em média.

A maioria (83%) dos empresários que tomaram empréstimo está conseguindo pagar todas as parcelas em dia, mas 11% admitiram alguns atrasos, enquanto 5% reconhecem ainda ter parcelas em atraso. Antes de contratar o empréstimo, 8% dos entrevistados admitiram nem mesmo ter avaliado a possibilidade concreta de conseguir pagar todas as prestações.

Na hora de contratar crédito, quatro em cada dez (40%) empresários citam os bancos como principais orientadores no processo de tomada de crédito. Os contadores são lembrados por 14% dos entrevistados como principais orientadores e a internet por 11% deles. Apenas 2,6% mencionam empresas de consultoria especializadas. Para preencher a documentação requerida, 61% contaram com a ajuda de terceiros.

66% não pensam em fazer investimentos no seu negócio

Pensando no futuro, a maioria (66%) dos empresários não planeja realizar investimentos nos próximos 90 dias. Apenas 22% manifestam essa intenção, enquanto 12% estão indecisos. Mesmo entre a minoria que pretende investir, o capital próprio bancará os investimentos em 60% dos casos. Há ainda 18% que mencionam o capital próprio tendo como origem a venda de algum bem. O empréstimo em bancos e financeiras foi citado por 20%, enquanto o empréstimo com amigos e familiares foi mencionado por 4%.

Em abril de 2017, o Indicador de Confiança do Consumidor (ICC), apurado pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), registrou 40,5 pontos, abaixo do observado no mês anterior (42,3). Em termos percentuais, o recuo foi de 4,1% e reflete quedas tanto da avaliação do momento atual como das expectativas para o futuro.

“Na passagem de março para abril, o consumidor percebeu um noticiário político bastante negativo, o que reforçou o receio de novas instabilidades. No cenário econômico, o desemprego, seguiu crescendo, contribuindo para o resultado de abril”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “A combinação do risco de novas instabilidades políticas e a atividade econômica ainda fraca explicam a dificuldade de a confiança se estabelecer num nível satisfatório”, afirma.

Percepção do cenário atual: economia está ruim para 82% dos consumidores

O subindicador de Percepção do Cenário Atual registrou 28,9 pontos em abril de 2017, também abaixo do verificado em março (30,1). Em termos percentuais, a queda foi de 3,7%. “Apesar de a economia emitir sinais de recuperação, o cenário ainda é difícil para o consumidor. O desemprego segue em alta, a queda da taxa Selic ainda não repercute nas taxas de juros do mercado e a inflação, por mais que tenha desacelerado, não se traduz em ganho do poder de compra”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

O subindicador é composto pela avaliação do consumidor em dois pontos: a economia do Brasil e a sua própria situação financeira. Com relação à economia, a avaliação pontuou 18,3 pontos. Cerca de 82% dos entrevistados acreditam que a situação está ruim ou muito ruim, contra somente 1% que consideram a situação boa ou muito boa. Para 16%, o quadro econômico atual é regular. Entre os que fazem uma avaliação negativa, a maioria relativa (53%) atribui este resultado à corrupção e ao mau uso dos recursos públicos. Outros 20% creditam ao alto desemprego e 15% disseram que os preços dos produtos aumentaram.

Considerando a avaliação da situação financeira atual, foram registrados 39,6 pontos. Em termos percentuais, quatro em cada dez consumidores (41%) classificam a própria vida financeira como ruim ou muito ruim. Os que a consideram regular somaram 46%, enquanto 12% a consideram boa ou muito boa. Os principais motivos para a avaliação negativa são orçamento apertado e dificuldades para pagar as contas (32%), desemprego (27%), redução da renda (16%) e atraso no pagamento de dívidas (11%).

Momento atual é visto como ruim, mas consumidores esperam cenário melhor nos próximos seis meses

Apesar do momento atual ainda estar longe de ser positivo, a visão dos consumidores para os próximos seis meses é melhor: o subindicador de Expectativas registrou 52,1 pontos em abril. O resultado ficou um pouco acima do nível neutro, ou seja, para maioria as expectativas são boas quando se considera a vida financeira e a economia conjuntamente. É preciso destacar, porém, que há diferença entre o que se espera para o futuro de sua vida financeira e o que se espera para o futuro da economia.

No caso da economia, o indicador atingiu 41,6 pontos. A maioria relativa (39%) diz estar pessimista com o futuro da economia. Os otimistas são 17% e os neutros somam 36%. Entre os que estão pessimistas, o principal motivo apontado é a corrupção e impunidade dos políticos (31%), a incompetência dos governantes (25%), seguido daqueles que acreditam que o desemprego segue aumentando (12%) e os que discordam das medidas econômicas que estão sendo adotadas (10%).

Entre os otimistas, a maior parte (48%) não sabe o porquê confia que a economia vai melhorar, 14% acreditam que a pior parte já passou e 11% concordam com as medidas econômicas que estão sendo adotadas.

Com relação às expectativas para a própria vida financeira, o subindicador atingiu 62,7 pontos. A grande maioria (57%) está otimista. Outros 24% não estão nem pessimistas nem otimistas. Entre os otimistas, o principal motivo é acreditar em arrumar novo emprego ou receber uma promoção (28%), seguido daqueles que não sabem explicar a razão do otimismo (27%), 14% que apostam em uma melhora da economia e 13% que garantem estar fazendo boa gestão das finanças pessoais.

Já entre os pessimistas, os principais motivos apontados são: descrença na melhora da economia (32%), preço das coisas continua aumentando (23%), situação financeira atual estar muito ruim (10%), e medo do desemprego (9%).

Supermercados são os locais onde os consumidores mais perceberam aumento de preços

O ICC também mostra que, para mais da metade dos consumidores (54%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida. Além do avanço dos preços, 16% dos consumidores citam o desemprego como fator que pesa sobre a vida financeira familiar. Os consumidores citam também o endividamento (14%), a queda dos rendimentos mensais (10%).

É nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 78% notaram que os preços aumentaram nesses locais. Para 72%, também aumentou o preço da energia elétrica e para 55% aumentaram as contas de telefone.

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